Capítulo 37

CHRISTOPHER

O portão do galpão rangeu quando forçamos a entrada.

O som ecoou como um aviso — ou talvez um lamento.

Erick entrou na frente, arma em punho.

Meus olhos varreram o espaço. Cada canto, cada mancha de umidade na parede, cada feixe de luz atravessando o teto corroído.

O cheiro era de mofo e ferrugem. Mas havia algo a mais. Algo ácido.

Sangue.

Foi quando ouvimos.

Um grito.

Mas não dele.

Dela.

— Carol.

Meu corpo reagiu antes da minha mente. Saí correndo na direção
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