CHRISTOPHER
O portão do galpão rangeu quando forçamos a entrada.
O som ecoou como um aviso — ou talvez um lamento.
Erick entrou na frente, arma em punho.
Meus olhos varreram o espaço. Cada canto, cada mancha de umidade na parede, cada feixe de luz atravessando o teto corroído.
O cheiro era de mofo e ferrugem. Mas havia algo a mais. Algo ácido.
Sangue.
Foi quando ouvimos.
Um grito.
Mas não dele.
Dela.
— Carol.
Meu corpo reagiu antes da minha mente. Saí correndo na direção