O mundo ainda parecia fora de lugar.
Meus pulmões doíam como se tivessem sido espremidos de dentro pra fora. A cabeça latejava e os músculos do braço ainda tremiam, mesmo depois de minutos parada no sofá, tentando convencer meu corpo de que o pior já tinha passado. Eu odiava quando meu corpo não acreditava em mim.
Me abracei, as pernas dobradas contra o peito, sentindo o vazio do apartamento. Beatriz e Wanessa estavam longe, provavelmente rindo em alguma praia ensolarada enquanto eu me desfazia