O quarto estava escuro, exceto pela luz do corredor vazando pela fresta da porta. Carol estava sentada no chão, encostada na parede, joelhos pressionados contra o peito. O apartamento parecia vazio demais. Silencioso demais. Assustador demais.
Ela não sabia ao certo o que havia desencadeado aquilo… talvez a ligação da noite anterior, talvez o rosto de Christopher ainda tatuado na mente, talvez o cansaço de fingir que estava tudo bem. Talvez tudo.
O peito apertou.
As mãos tremeram.
O som do ar e