Capítulo 13 – O jogo de Ana
A manhã seguinte nasceu cinza. O sol até brilhava lá fora, mas dentro de mim só havia escuridão.

Eu rolei na cama, procurando Rafael, mas o lado dele estava frio. Ele já tinha saído.

O bilhete amassado sobre o travesseiro era curto, frio, como sempre:

"Reuniões. Volto logo. — R"

Suspirei, apertando o papel na mão. Ele tinha me dado a verdade — ou parte dela — na noite anterior. Mas saber que Zain era Rafael Santos não me trouxe paz. Pelo contrário. Agora eu sabia que estava dormindo ao lado do homem mais perigoso da cidade.

E Ana… Ana já devia ter pressentido.

Na empresa, o caos continuava.

Os jornais ainda estampavam manchetes sobre mim. As fotos de Zain brigando com os seguranças e me beijando circulavam como se fossem pornografia barata.

E cada clique parecia rir da mesma coisa: a CEO apaixonada por um ex-garoto de programa.

Entrei na sala do conselho de queixo erguido, mas por dentro meu estômago queimava.

Os diretores cochichavam entre si. Meu pai, Carlos, não levantou os olhos.

E
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