O silêncio dentro do sítio já não parecia proteção — parecia contagem regressiva.
Ashiley estava sentada no sofá, respirando fundo, tentando processar o que Gustavo acabara de dizer.
O endereço da casa nova.
Vazado.
— Isso não faz sentido… — ela murmurou. — Ninguém sabia que eu estava lá. Ninguém além de—
Parou.
Engoliu seco.
Gustavo completou por ela:
— Além da sua família.
Ela fechou os olhos, pressionando as têmporas.
— Eu não consigo acreditar que eles fariam isso. A minha mãe… meu pai…
— E