A noite caiu como um cobertor pesado sobre a mansão.
As paredes ainda carregavam o eco do escândalo do dia, das discussões, dos flashes, do orgulho ferido de Aline.
Mas, para Ashiley e Gustavo, havia algo novo no ar.
Algo quente.
Algo que puxava os dois como se o mundo inteiro estivesse conspirando para deixá-los a sós.
Ashiley estava no corredor quando ele apareceu na porta do quarto.
A camisa aberta, mangas dobradas, o cabelo levemente bagunçado.
O olhar… diferente.
Carregado.
Aveludado.
Fome e carinho no mesmo tom.
— Vem — ele disse, sem elevar a voz.
Ela deu dois passos até ele.
Gustavo segurou sua cintura e a puxou como quem busca ar.
O beijo veio na mesma intensidade — quente, urgente, mas ainda assim com doçura.
O tipo de beijo que faz as pernas dela perderem firmeza.
Ele fechou a porta atrás de si sem quebrar o contato, e o corpo dos dois já estava colado antes que o clique final ecoasse.
A mão dele deslizou pela cintura dela, firme o bastante para arrepiar, suave o bastante p