A manhã seguinte chegou calma demais para a noite que eles tiveram.
Ashiley acordou envolvida nos braços de Gustavo, o corpo encaixado no dele, sentindo o calor, o peso bom, o cheiro que já começava a ficar perigoso de tão familiar.
Ela tentou se mover devagar, mas ele a puxou de volta, murmurando contra sua nuca:
— Não acorda… ainda.
Ela sorriu.
— A gente tem um dia inteiro pela frente, sabia?
— E eu tenho um plano perfeito pra esse dia inteiro — ele disse, beijando o ombro dela. — Você. E cama. E nada mais.
Ela riu, virando-se para encará-lo.
— Você nunca tira folga.
Ele passou os dedos pelo cabelo dela.
— Por você, eu tiro.
Ela aproximou o rosto, deu um beijo nele — um beijo lento, de quem ainda sente a noite anterior na pele.
Quando o beijo terminou, ele ficou olhando para ela com aquela expressão que desmontava qualquer defesa.
— Eu sou louco por você — ele disse, sem aviso.
Ashiley corou.
— Não fala assim…
— Por quê?
— Porque eu acredito.
O sorriso dele cresceu.
— Então acredita