Mundo de ficçãoIniciar sessãoO Mafioso Obcecado pela Faxineira Uma paixão perigosa. Um passado cruel. Um encontro capaz de destruir impérios. Liz Gonçalves, 18 anos, cresceu cercada por ausências: a mãe, levada pelo câncer cedo demais, e o pai, que escolheu amar outra mulher e outra filha. Dentro da própria casa, Liz aprendeu a sobreviver em silêncio, a se encolher para não incomodar, a existir como se fosse invisível. Determinada a mudar seu destino, consegue emprego como faxineira em um dos prédios mais luxuosos da cidade — um lugar onde gente como ela deveria passar despercebida. Mas não passa. É ali que ela cruza o caminho de Bryan Bellucci, 28 anos. Temido, poderoso, dono de um império construído entre negócios ilegais e decisões frias, Bryan nunca acreditou em sentimentos. Controle sempre foi sua maior arma. Fraquezas nunca foram permitidas. Até enxergar Liz. O jeito quieto. O olhar cansado demais para alguém tão jovem. A doçura que ela tenta esconder do mundo. Sem perceber, Bryan começa a observá-la… e quando se dá conta, já está envolvido demais. Mas o destino é cruel. Liz é traída pelo próprio pai e vendida ao Covil dos Dragões — um lugar onde garotas são quebradas, usadas e descartadas. E o que antes era desejo se transforma em fúria. Bryan não quer apenas encontrá-la. Ele quer tirá-la daquele inferno. Ele quer protegê-la. Ele quer tê-la. Porque Liz pode ser a única pessoa capaz de alcançar o que ninguém jamais conseguiu: o coração de um mafioso. E Bryan Bellucci está disposto a enfrentar qualquer consequência por ela — inclusive o próprio inferno.
Ler maisBryanJá estava estressado com tantos papéis na minha mesa. Lia e assinava cada contrato, cada pedido que chegava. Meu telefone toca, indicando uma nova mensagem. Pego o aparelho e leio.— Senhor, acabamos de esvaziar a praia como o senhor ordenou. Liz está conversando com as amigas, sentada sob um guarda-sol. Está tudo calmo por aqui — um dos meus seguranças informa.Fico olhando os papéis acumulados à minha frente. Eu havia prometido levá-la à praia… e não cumpri.Passo a mão no rosto, irritado comigo mesmo.Então chamo Juliana.— Sim, senhor — ela responde, um pouco desconfiada. Provavelmente já soube do que aconteceu com seu primo… mas, até agora, não toquei nesse assunto.— Juliana, cancele todas as minhas reuniões de hoje. Estou saindo — digo, me levantando e pegando minhas coisas.— Mas, senhor, tem a—— Eu sei muito bem quais reuniões eu tenho. Cancele todas — corto, frio.Saio do meu escritório sem olhar para trás e sigo direto para o carro.Chego à praia e, de longe, avisto
LizMeu telefone toca, mas estava na cômoda, e não tinha como sair sem acordar o Bryan, que dormia com as pernas sobre mim. Tinha certeza de que eram as meninas, elas devem estar me esperando.Pior que agora eu não podia nem usar mais aquele biquíni… minha bunda estava claramente vermelha, com as marcas da mão do Bryan.Olho para ele, que dormia profundamente. Esses dias ele estava chegando tarde, devia estar trabalhando muito. Tento tirar sua perna de cima de mim, com cuidado para não acordá-lo.— Vai fugir? — pergunta com a voz rouca, me olhando com aqueles olhos negros perigosos.— Esqueceu que vou sair com as meninas? Elas já devem estar preocupadas comigo. Você me atrasou, e agora como vou usar o biquíni assim? — tiro o lençol, mostrando minha bunda vermelha, e ele sorri, um sorriso alto.— Ela está linda, vermelhinha assim — ele diz, passando a mão nela, alisando com um toque suave. — Também não quero que ninguém veja o que é meu — completa, na maior cara de pau, e eu sorrio.—
LizAcordo olhando o ambiente. Havia dormido no quarto do Bryan, e não era a primeira vez. Na outra, a senhora Elisa falou que havia trocado tudo, porque ele não gostava que nenhuma mulher entrasse em seu quarto, muito menos dormisse ali. Me sentia feliz… eu tinha feito coisa que nenhuma outra mulher havia feito.Me levanto e vou ao meu quarto, tomo banho, me arrumo e desço.— Bom dia, Liz! — escuto uma voz familiar vinda da sala. Quando olho, a Bruna e a Livia estavam sentadas no sofá.— O que estão fazendo aqui? — pergunto, surpresa em ver as duas no apartamento do Bryan.— O senhor Henrique falou que hoje nosso trabalho era ficar ao seu lado e mostrar a cidade — diz a Livia, sorrindo com a Bruna.— Gostei desse trabalho, espero que nos chame mais vezes — Bruna brinca, vindo me abraçar.— Ele fez isso mesmo… — sorrio, olhando as duas ali.— Liz, esse homem está caidinho na sua. Ninguém protegeria assim como ele fez lá no hotel. Agora você está famosa, viu… o que vai ter de mulheres
BryanOlho para ela, presa entre a parede, e minha vontade é de beijá-la ali mesmo.— Bryan, o que está fazendo? — ela pergunta, envergonhada.Sorrio, encarando seus olhos, e respondo:— Estou te admirando, garota.Toco seu rosto, contornando cada traço. Sua pele é delicada como seda, seus traços perfeitamente esculpidos… ela é linda. E, naquele lugar, cercada por outras pessoas, meu ciúme só aumenta.Então digo:— Na sexta vamos para a sua cidade. Acho melhor aproveitarmos esses dias e você conhecer melhor tudo por aqui. Que tal comprar presentes para suas amigas?— Mas e o trabalho? Já pedi dispensa para o final de semana — ela diz, preocupada.— Liz, eu sou o dono de lá. Você pode faltar quantas vezes quiser. Se quiser, posso até convidar suas duas amigas para irem com você… claro, com meus seguranças.Digo isso já pensando em tirá-la daquele trabalho, depois de tudo o que aconteceu.— Posso chamar elas? Não vai ser descontado do pagamento delas? — pergunta, animada.— Claro que nã





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