Mundo de ficçãoIniciar sessãoLiz trabalha em um hotel de luxo, em primeiro dia já encontra um homem bonito, só que lhe pergunta se ela pode lhe oferecer "serviços especiais"?! A vida pode ser assim tão má?! Liz Gonçalves, 18 anos, cresceu cercada por ausências: a mãe, levada pelo câncer cedo demais, e o pai, que escolheu amar outra mulher e outra filha. Dentro da própria casa, Liz aprendeu a sobreviver em silêncio; no primeiro trabalho, Liz encontrou um louco bonito; assim que fugiu do hotel, traição do próprio pai ainda na sua espera... Liz caiu em um lugar onde garotas são quebradas, usadas e descartadas, até que ela reencontrou aquele louco bonito, Bryan Bellucci. Porém, naquela vai, Bryan quer tirá-la daquele inferno? Mais inesperado, Bryan Bellucci ainda tem uma identidade secreta... Uma flor nasceu de dor, e um homem poderoso vem do negócio frio, que escolhas eles farão?
Ler maisAlice acorda olhando para o quarto ainda escuro. Depois do ocorrido naquele dia, não viu mais Zaid, já que ele teve que viajar a negócios e ela não pôde acompanhá-lo. Mas o senhor Omar ficou responsável por ajudá-la com tudo, principalmente a descobrir onde ela queria abrir uma empresa e qual seria o ramo. Por isso, Alice passou esses dias saindo pela cidade, olhando o centro e visitando lojas, sempre acompanhada da senhora Naid e da criada Zuleide, com quem ela já se via como amiga.— Senhora, posso entrar? — Zuleide diz, batendo na porta.— Entre, Zuleide.Ela entra, olhando para Alice ainda deitada, e sorri para ela, feliz.— A senhora Naid disse que hoje vamos à empresa visitar o Zaid.Alice se levanta, surpresa, sem acreditar no que ouvia. Ela amava conhecer empresas grandes, e ainda mais uma das empresas do xeique.— Ele disse em qual delas?— Ele se encontra na Al Noor Textile Group. Vamos para lá, senhora.Alice se vê animada. Levanta-se e vai se arrumar. Hoje iria realizar um
Zaid encara Alice. O som da água caindo os distraía, mas ele a olhava sério.— Não fale essas coisas perto da minha mãe. Ela foi criada assim. Para ela, as mulheres têm que seguir o marido e obedecê-lo.— Kkk... E você acha certo isso? Sua mãe tendo que aceitar seu pai com várias, uma para cada dia quase? Isso praticamente é absurdo. Acha que vocês conseguem dar conta de tantas mulheres? Kkk...— Ali! Não me teste!— Você vai fazer o quê, príncipe?— Nunca disse que isso é certo, mas não devemos obrigá-los a acreditar que o que acham certo, na verdade, é errado, não é mesmo?— Vocês é que são tolos em acreditar que isso é amor.Zaid a puxa para ele, segurando-a contra seu corpo, prendendo-a junto a si e fazendo-a encará-lo, levantando seu rosto para que pudesse olhar em seus olhos.— Então somos tolos? Kkk... Você parece conhecer muito bem os homens, já que saiu com muitos, não? — Zaid a encara, olhando sério em seus olhos. Ele sentia uma raiva consumi-lo. O pensamento de imaginá-la c
Zaid passou uma semana lidando com algumas falhas do seu irmão. Percebeu muitos erros de administração, muitos deles para encobrir os roubos e desvios que ele havia cometido. Zaid juntava todas as provas, tudo o que conseguia reunir, e mandava entregar ao seu pai. Só assim conseguia fazer o xeique acreditar que ele era leal e, ao mesmo tempo, ajudava a destruir seu irmão ainda mais. — Príncipe Zaid, o xeique o chama no palácio. — disse um dos homens mais leais ao seu pai. — Compreendo. Estou indo. — Zaid guardou tudo e se levantou para acompanhá-lo. Logo que chegou ao palácio, seu pai mandou que entrasse. — Mandou me chamar, pai? — Entre. Olhei tudo o que me enviou. Quero saber se encontrou onde esse desgraçado escondeu todo esse dinheiro que me roubou. — perguntou o xeique, com ira. Zaid o olhou nos olhos. Sabia que seu pai ainda não o via como herdeiro, já que era favorecido por Amira e assim favorecia o Zain. — A metade dele, sim... — Diga onde está. — Ele gastou com mulh
Zaid acorda sentindo um cheiro gostoso de comida. Era um aroma diferente de tudo o que já havia sentido na vida. Ele se levanta, vai ao banheiro, faz suas necessidades e sai caminhando até a cozinha. Quanto mais se aproximava, mais o cheiro aumentava e sua fome também.Ao entrar, vê Alice de costas para ele, mexendo uma panela e, em seguida, experimentando a comida para ver se estava boa. Ele a observa com admiração. Ela não parecia a mesma garota que havia investigado. Desde o dia em que a viu no palácio, sentia que ela era uma pessoa completamente diferente.— Realmente estou surpreso em saber que você cozinha tão bem.Ela se vira assustada ao ouvir sua voz. Alice sente o coração acelerar ao vê-lo parado ali, observando-a. Ela se pergunta há quanto tempo ele estava ali vendo-a cozinhar.— Sempre gostei de aprender culinárias novas.— Entendo. Depois ensinarei a você algumas das nossas. — disse, fazendo uma promessa.Alice sente o rosto corar.— Venha, sente-se. Está quase pro





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