Elena não era mais a mulher que entrava em salões com um vestido vermelho e um sorriso venenoso. Agora, suas roupas estavam amassadas, os cabelos desalinhados, e a maquiagem mal escondia o cansaço nos olhos. Procurou Clara em um lugar improvável: uma pequena praça no centro da cidade, onde o barulho dos carros misturava-se ao canto distante de pássaros. Clara estava sentada em um banco, lendo calmamente, como se o mundo ao redor não estivesse desmoronando.
Elena se aproximou, ofegante, como uma