Os meses seguintes foram de abundância. A Casa Raízes florescia com uma força que Clara jamais havia imaginado. Novos projetos, parcerias, doações, voluntárias vindas de outras cidades. O portão — agora símbolo de resistência e renascimento — se tornara um ponto de visita obrigatória. Pessoas deixavam flores aos pés dele, bilhetes de gratidão, desenhos infantis.
Mas o que mais impressionava Clara não era o tamanho que a Casa alcançara — e sim o fato de que, mesmo crescendo, ela ainda mantinha a