Amanda estava de pé diante da janela da suíte, apenas com uma camisola fina que caía suavemente sobre suas curvas, o tecido colando-se à pele ainda aquecida pelo calor do dia e da tensão que a coletiva deixara para trás. Do lado de fora, a cidade brilhava como um organismo vivo, pulsando sob os seus pés — um tabuleiro de luzes que parecia insignificante diante da tempestade que se aproximava.
Ela inspirou fundo, tentando acalmar o coração. Sentia-se mais leve, sim — como quem acabara de expurg