O dia amanheceu com uma aura quase sagrada. Um dourado macio tingia o céu, e uma brisa morna acariciava as cortinas do quarto como mãos invisíveis que embalavam um renascimento. Era como se o universo, em reverência silenciosa, suspirasse junto com Amanda, celebrando o milagre de ela ainda estar ali — viva, inteira, amando depois de tanto ter sido partida.
A luz do sol invadia o quarto com delicadeza, deslizando por sua pele como um carinho antigo que a vida devia. Amanda fechou os olhos por um