Na manhã seguinte à explosiva entrevista de Amanda, os portais ferviam. Manchetes exaltavam sua firmeza, editoriais a chamavam de símbolo de uma nova geração de mulheres no poder. Era como se, num passe de mágica, Amanda Costa tivesse deixado de ser “a mulher abandonada no altar” para se tornar “a mulher que se ergueu com um império nos ombros”.
Mas no Club Florentine, o céu permanecia limpo.
Ali, onde o mundo real parecia distante, intocável, Vitória Mancini tomava seu café matinal numa xícara