O céu estava carregado naquela manhã, nuvens pesadas encobrindo o sol. A cidade parecia respirar junto com a tensão que pairava na cobertura. Rose folheava relatórios de segurança sobre possíveis ameaças enquanto caminhava pelo salão, a postura impecável como sempre.
Pedro estava sentado na poltrona, uma xícara de café à mão e o olhar fixo nela. Havia algo diferente em sua expressão: menos ironia, mais insistência.
— Você sempre me chama assim… — disse ele de repente, quebrando o silêncio.
Rose