O relógio da parede marcava dezenove horas quando Rose voltou à sala principal da academia. O ar ali já não cheirava a suor e madeira — mas a eletricidade e urgência.
Mapas espalhados, laptops abertos, rádios chiando, policiais conversando em código. O chão de tatame, antes sagrado para o treino, agora era o centro de comando de uma caçada.
Rose prendeu o cabelo em um coque simples, ajeitou a jaqueta escura e respirou fundo. O corpo ainda doía do desmaio e do hospital, mas a dor servia de lembr