Mundo de ficçãoIniciar sessãoLaura é uma professora de arte solteira e independente e Oliver é um bilionário que acabou de se tornar CEO da empresa do seu pai. O que os dois tem em comum apenas, é não acreditarem mais no amor. O destino faz suas vidas se cruzarem, e a atração se torna irresistível.
Ler maisCap.6. Oliver: A sexta-feira finalmente chegou Eu estava confiante que iria finalizar a venda. Eu já tinha planejado fazer um desconto de 15% sobre o valor do produto à vista. O normal era que o cliente conseguisse somente 10% do valor, mas como meu cargo era bem acima, não haveria questionamento quanto fosse averiguado, ainda mais sendo um produto de primeira linha, que não era tão popular nas vendas. Eu fiz as contas na calculadora para mostrar para ela, apesar de já ter feito de cabeça, senda essa uma de minhas habilidades. Eu tinha um raciocínio rápido com números. Ela franziu a testa e concordou, dizendo que conseguiria fazer o pagamento à vista se eu pudesse diminuir mais um pouquinho. Ela era boa de negociar, gostei desse aspecto dela. Eu arredondei o valor e ela aceitou. Enquanto eu preenchia o cadastro dela, um pensamento ficou me assombrando. Eu realmente queria vê-la de novo. Eu tinha por hábito ficar com mulheres fáceis, passava uma noite sem nenhum compromisso
Fiz questão de pronunciar bem o nome dele também, para deixar claro que eu não estava intimidada. Realmente era um bom desconto para pagamento a vista. Ele me ofereceu quinze por cento. Eu sabia que geralmente os vendedores podiam dar até dez por cento. Não entendi a jogada dele a princípio. Ele mesmo preencheu meu cadastro, e fiquei esperando a tal da pergunta do estado civil, mas não teve essa. Nem sei por quê. Eu não uso nenhuma aliança, então já fica a dica. Só não sei de onde eu tirei que isso iria interessar a ele. E por que eu de repente, queria que ela soubesse dessa informação? Por acaso ele não usa nenhuma aliança também. Eu notei. Sério, eu estava delirando, definitivamente, fora do meu modo de pensar e agir normalmente. Concluído o meu cadastro ele me mostrou o caixa e foi pegar o meu produto no estoque. Depois que fiz o pagamento, fiquei esperando-o voltar com meu produto. No entanto, ele retornou do estoque com uma expressão estranha... Será que estava sem graça?
Ela deu um pelo pulo. Droga. Eu com certeza a assustei. Não devia ter falado pelas costas dela. - Desculpe. Acho que te assustei. A expressão no rosto dela não deixou dúvidas. Então notei que ela era uma moça muito bonita, apesar de séria, além de usar um perfume delicioso. - É, você me assustou um pouco. Decidi tentar ser um pouco mais simpático, para tentar desfazer o constrangimento que causei. - Meu nome é Oliver. Se quiser posso te dar umas dicas sobre fornos elétricos. Ela ainda continuava um pouco séria, parecendo indecisa. Resolvi brincar com sua indecisão. - Ou não... - Bom... Ok. Confesso que estou precisando de um pouco de ajuda. Ela finalmente sorriu. Nossa, que sorriso lindo. - É Oliver não é mesmo? Estou indecisa... Na verdade estou à procura daquele famoso “bom, bonito e barato”. Será que você pode me ajudar? Gata, com esse seu sorriso, com certeza, pensei comigo mesmo, e também lhe dei meu melhor sorriso. Trabalhar como gerente est
O aperto de mão durou um pouco mais do que o necessário, ou foi só impressão minha? Será que eu sonhei, ou toda aquela eletricidade que percorreu meu corpo devido ao toque dele me deixou um pouco excitada? Provavelmente foi só minha louca imaginação, resultado de anos sem contato masculino... Que hilário. Sim, eu estou sendo ridícula. Foi só um aperto de mão. Não precisa achar que vai ter um orgasmo. Preciso só comprar um brinquedinho novo para me satisfazer. Ele é um vendedor, só está querendo garantir a comissão. Não viaje na maionese Laura, disse para mim mesma. - Então Laura, você gostou de algum? Opa! Eu estou precisando que aquela minha nova versão volte a ser ativada. Ele me fez uma pergunta, e estou muda. O que me deu hoje? - Bom eu achei esse mais bonito... – Disse apontando um modelo que eu havia gostado. Laura, que comentário imbecil, foi esse? Se ao menos você usasse drogas pra justificar esse comportamento. Se recomponha, ele está sorrindo. Ou melhor, rindo do
Meu nome é Oliver Klein Righi, tenho trinta e dois anos e sou herdeiro de uma das maiores empresas bilionárias de varejo de eletrodomésticos do Brasil que pertence ao meu pai, Guilhermo Michael Klein Righi que acabou de se aposentar. Ele vai me passar o cargo de CEO da empresa depois que eu cumprir um certo ritual durante um ano, e não só uma cadeira de acionista como eu tinha anteriormente. Eu e meu pai, apesar de admirá-lo muito, não nos damos muito bem. Temos nossas divergências. Digamos que eu não concorde com o fato dele insistir na ideia de que eu me case e forme uma família para deixar herdeiros, pois ele adora repetir que ele trabalhou tanto para ter para quem deixar o seu legado. Além de mim, tem a minha irmã Anne, três anos mais nova que eu e que não se interessa nenhum pouco pelos assuntos da empresa do meu pai. Ele a considera como a sua “princesa rebelde”. Portanto, ele realmente espera que eu tenha filhos e que continue com o negócio da família. Embora eu gost
O ano era 2016, eu observava o céu cinza de um tom de cinza fechado e misterioso. Fazia quatro dias que estava chovendo sem parar, mas, independentemente disso, o céu acinzentado era algo inevitável, pois era a identidade da cidade. Raios de sol eram elementos raros. A temperatura estava em torno de uns dezessete graus. Temperatura bem agradável, em minha opinião, até mesmo, aconchegante, que servia como um impulso para eu me movimentar, pois sou daquelas pessoas que não gosta do calor. Pelo menos não do calor intenso. Decidi ir até o shopping dar uma volta, ótima ideia por se tratar de uma quarta-feira, pois eu poderia olhar as vitrines com calma e pesquisar sobre as coisas que eu ainda precisava comprar para o meu novo apartamento. Eu estava radiante! Tinha acabado de me mudar. Sim, finalmente eu tinha ido morar sozinha aos vinte e oito anos. Porém antes eu tenho que confessar. No final do ano passado, eu tinha ido com uma amiga em uma cartomante, numa dessas que se diz ter





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