Mundo de ficçãoIniciar sessãoLaura é uma professora de arte solteira e independente e Oliver é um bilionário que acabou de se tornar CEO da empresa do seu pai. O que os dois tem em comum apenas, é não acreditarem mais no amor. O destino faz suas vidas se cruzarem, e a atração se torna irresistível.
Ler maisUm aluno me viu saindo do carro do Oliver. Claro que isso tinha que acontecer. - Ah professora veio com o namorado hoje... - Bom dia Kauan! - Bom dia profe! Eu estava sonolenta. No entanto, por mais sono que eu estivesse, eu estava animada. E também a minha cólica só se manifestou no final da manhã. Olhei no celular pra ver as horas, só faltavam vinte minutos para o sinal e tinha uma mensagem de Oliver no celular. “Vou atrasar um dez minutos amor.” Espero que seja só dez minutos mesmo, pensei comigo. Não respondi, pois estava em sala e um aluno me chamou pra tirar uma dúvida. Bateu o sinal e arrumei minhas coisas com calma. Quando cheguei na sala dos professores, já não havia quase ninguém. Guardei minha pasta no escaninho e quando abri o cadeado do meu armário para pegar minha bolsa, meu celular tocou. - Alô? - Cheguei amor. - Que bom. Já estou saindo. Beijo. Só havia passado sete minutos do sinal, seja onde ele estivesse, veio rápido. Ele como sempr
Quando meu celular despertou às seis horas da manhã eu simplesmente não estava pronta para acordar. Ainda bem que ele não estava fora do meu alcance, logo consegui desligá-lo. E sim, voltei a dormir e quase perdi a hora, pois a minha cochilada foi de quarenta minutos. Oliver ainda dormia profundamente ao meu lado. Levantei num pulo e comecei a vestir a primeira roupa que vi no guarda roupa. Fui para o outro quarto que eu chamava de escritório/ateliê para calçar um tênis. Oliver apareceu logo em seguida na porta, ainda com o rosto sonolento. - Bom dia gata! - Bom dia garotão. Ele veio até mim e me deu um beijo. - Vou fazer o café pra nós. - Não dá tempo amor. Estou super atrasada. - Ah, que você vai sair sem tomar café! Se ele duvidava disso, certamente eu também. . - Bom, então enquanto eu termino de me arrumar, você esquenta o leite, por favor? Dai a gente toma café solúvel. - Ok. Eu terminei de me vestir e escutei o barulho dele na cozinha. Quando a
Levou apenas quinze minutos para eu bater na porta da Laura. - Oi, nossa, você chegou bem rápido garotão. Você veio de moto? - Oi gata. – Eu lhe dei um selinho. – Não. Eu vim de carro mesmo. Posso por na vaga da Leticia? Eu estive pensando em providenciar um controle pra mim. Eu ia comentar com ela hoje. - Pode. Você veio mesmo muito rápido. Você por acaso, passou do limite de velocidade? - Claro que não! Droga, eu estava ansioso, então eu passei um pouco na verdade, mas ela não precisava saber disso. - Porque não consigo acreditar nisso? Porque você tem que ter esse sexto sentido apurado sempre? - Quando você disse que queria me abraçar daquele jeito eu peguei minha mochila, coloquei uma muda de roupa e desci até o carro onde continuamos nossa conversa. E o trânsito estava bom. Não se preocupe, não passei de 140 por hora. - O quê? Você enlouqueceu Oliver? - Brincadeira amor. – Eu enlacei sua cintura e a beijei no seu pescoço. – Agora me dá o controle, por
Eu terminei a refeição e coloquei o prato na pia, depois eu abracei a cintura dele por trás. Ele continuou comendo com a mão direita e a esquerda ele pôs sobre a minha. - Já estou terminando. - Pode comer a vontade. Só queria pedir mais uma coisa. - Diga. - Quando terminar quero que deixe a cozinha do jeito que está e deite comigo na cama até a hora de ir embora. Combinado? - Claro amor. Eu dei um beijo no ombro dele e fui ao banheiro. Escovei os dentes e olhei minha barriga inchada no espelho. A cólica não dava trégua. Terminei de secar as mãos e fui direto pra cama. Ele apareceu pouco tempo depois, tirou os sapatos e se deitou ao meu lado. - Quer que eu coloque a mão na sua barriga? - Eu quero. Sua mão sempre é tão quente, alivia minha dor sabia? - Que bom. - Amor? - Diga. - Estou muito chata e dengosa? - Chata não. Dengosa um pouquinho. Estou adorando cuidar de você gata. - Eu também. Eu me encostei ao corpo dele para me esquentar e acab





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