O amanhecer chegou devagar, tímido, como se o mundo soubesse o que tinha acontecido naquela noite.
A mansão ainda dormia, envolta no mesmo silêncio que pairava sobre o tatame horas antes.
Rose acordou antes do sol nascer, o corpo pesado e a mente inquieta.
O lençol do quarto parecia frio demais para um corpo que ainda lembrava o calor de outro.
Sentou-se à beira da cama, as mãos tremendo levemente ao puxar o cabelo para o alto.
Tentou se convencer de que era só um erro, um impulso, uma fraqueza