A manhã começou abafada, o sol filtrando-se preguiçoso pelas cortinas da sala de estar da mansão. Rose caminhava de um lado ao outro, celular na mão, tratando de organizar a rotina de segurança para o dia. Havia um peso diferente no ar depois da noite anterior — o ataque na rua ainda ecoava em sua mente, mas ela não deixaria isso transparecer.
Pedro surgiu das escadas, impecável em um terno cinza claro. O cabelo penteado com precisão não escondia o olhar carregado de insônia. Ele a observou em