Eu me movi rápido. Rápido demais para parecer natural. Me abaixei, juntei tudo com a habilidade de quem já recolheu Lego no chão descalça às três da manhã. Quando fechei a mão sobre a pulseirinha, vi que não tinha sido mais rápida do que os olhos dele.
Enzo não se abaixou. Ficou parado. Só olhou. O olhar fixo naquele pequeno tecido na minha mão fechada.
— O que é isso? — perguntou, sem qualquer rodeio.
Senti o sangue sair do meu rosto.
— Nada. — Que é sempre a melhor resposta para tudo o que definitivamente não é “nada”.
Ele deu um passo. Eu dei um passo para tr&aacut