Eu ainda sentia o coração acelerado, mas pela primeira vez em muito tempo… ele não batia por medo.
Depois de tudo que eu contei para o Gustavo, algo dentro de mim parecia ter se soltado. Era como se eu tivesse tirado um peso que carregava há anos, e agora o ar entrava nos meus pulmões com mais facilidade.
Eu olhava para ele e via a forma calma como lidava com cada palavra, cada silêncio meu. Não me pressionou, não me julgou. Apenas me acolheu. E isso… isso era raro demais para alguém como eu.
E