Gustavo
Conhecer o Henrique e a Marlene foi como abrir a porta para um mundo que eu nem sabia que precisava.
Henrique, com aquele sorriso tímido e um brilho de curiosidade nos olhos, me ganhou já na primeira frase. E a Marlene… ela tinha uma energia acolhedora, dessas que fazem a gente se sentir parte da família mesmo sendo um completo estranho.
Quando saí de lá, senti um peso bom no coração. Um desejo novo, quase instintivo, de fazer tudo o que estivesse ao meu alcance para manter aqueles doi