Mundo de ficçãoIniciar sessão#INTENSO#NOMORO FALSO#CAMPUS#NERD#HOQUEI#BADBOY#ROMANCE Ele é o capitão do time de hóquei. Ela, a nerd que só queria paz no laboratório. Um acordo improvável. Regras impossíveis. E uma atração que ameaça sair de controle. Megan Scott sempre viveu longe dos holofotes da universidade. Seu refúgio é o laboratório de química, até que o professor a obriga a dar aulas de reforço para o garoto mais insuportável — e mais lindo — do campus: Adam Cameron. Arrogante, pegador e acostumado a ter tudo o que quer, Adam precisa desesperadamente de boas notas... e de uma namorada perfeita para manter a carreira no hóquei de pé. Só que nenhuma das garotas que ele já teve serve para o papel. Exceto a única que o odeia: Megan. Entre provocações, regras malucas e um falso namoro que deveria ser apenas um teatro, os limites começam a desmoronar. O que era para ser só encenação se transforma em beijos roubados, noites de desejo e sentimentos que nenhum dos dois está pronto para admitir. Mas, quando a linha entre fingimento e realidade se apaga, Megan e Adam terão que decidir: vale a pena quebrar as próprias regras por um amor que pode mudar tudo? “Gelo e Desejo” é um romance hot universitário cheio de química, ciúmes, rivalidades, tensão sexual e momentos que vão fazer você rir, suspirar... e se apaixonar.
Ler maisAdam Cameron
Porra! Eu estava atrasado para caralho!
Ela vai me matar desta vez! Com certeza a quatro olhos me mataria.
Eu atrasei depois que sai do treino, no qual sou capitão do time de hóquei. A porra do meu treinador me chamou para dizer que preciso arrumar uma namorada. Logo eu que odeio “namoros”. Sou adepto a pegar várias garotas do campus e não me apegar.
Como vou explicar para minha “amiguinha” Megan que eu carinhosamente apelidei de quatro olhos que na verdade eu me atrasei mesmo porque fiquei puto com treinador e na saída do vestiário encontrei Lucy, aquela loira safada.
Lucy é líder de torcida e namorada de Brian, o capitão de time de futebol e meu inimigo, número um.
Lucy me encontrou na saída do vestiário e se prontificou a aliviar minha tensão.
Claro que aceitei, quem não gostaria de uma boquete bem-feito depois de ter levado bronca do treinador.
Entramos no banheiro feminino e ela fez o prometido. Confesso que fiquei aliviado e o melhor de tudo é saber que aquela boquinha depois vai beijar o babaca do Brian.
Entrei na biblioteca sem folego, a quatro olhos estava com um coque desarrumado e me olhou furiosa, enquanto eu estava todo suado e atrasado como sempre.
Ela só amarra o cabelo em coque quando esta puta com algo. Não me pergunte como eu sei isso, odeio o fato de reparar nela.
Mas tem como não reparar?
Hoje ela está usando um suéter azul com calça jeans, junto com seu all-star preto que nunca sai de seus pés.
Megan me dá aulas pois meu querido professor de química a obrigou e me obrigou, caso contrário eu perderia meu lugar no time e ela perderia a chave do laboratório de química que ela amava ficar.
Ela estava quase rosnando quando me viu com seus olhos castanhos cor de mel hipnotizantes, ajeitando os óculos no rosto, ela se levantou da mesa da biblioteca e caminhou a passos duros em minha direção.
Tão gostosa....
Foco Adam!
— Sério Adam? Eu cancelei a porra da minha tarde inteira para te ajudar e você chega assim? Atrasado e sem se preocupar?
Bufo irritado, em partes ela estava certa, mas eu não tinha outra opção, dou um passo afrente também, olhando para baixo para enxergar seus olhos.
— Eu tenho um campeonato em duas semanas, quatro olhos! Não posso largar tudo pela porra de uma aula de química!
— Eu não sei se você esqueceu que se não melhorar sua nota em química, você está fora do time.
Cruzo os braços e rolo os olhos, me irritando comigo mesmo pelas palavras dela serem verdade, eu precisava muito dessas aulas e sabia disso por causa da minha carreira.
-Eu sei quatro olhos! Não precisa me fazer um lembrete a cada cinco minutos! — Digo irritado sem desviar meu olhar em um instante sequer.
— Babaca.... — Ela sussurra e se vira para a lousa e começa a escrever aquelas coisas que eu não entendo porra nenhuma.
— Senta e presta atenção na aula, Adam! — ditou em um tom autoritário e estressado, sua feição entregando tudo.
Fico irritado e obedeço, me sentando na primeira carteira que eu vejo, cruzando os braços irritado, porém ainda observando ela. Eu poderia passar horas a observando.
Eu observava enquanto ela escrevia, admirando cada parte de seu corpo. Megan tem coxas tão grossas que eu quase sentia meu pau ficar duro só de olhar. Porra....
Merda Adam! Se controla porra, você tem todas as meninas dessa universidade e se interessa logo pela nerd que te odeia? É idiota mesmo. Penso.
— Você está entendendo? Terra chamando Adam... — Acordo do meu transe e olho para ela, tentando disfarçar o que eu estava pensando enquanto a fitava de cima a abaixo.
— Sim... Claro, entendi perfeitamente.
A verdade é que eu nem tinha aberto o caderno ainda.
Eu fico em silencio, tentando entender alguma coisa do que ela falava, porém eu estava muito distraído admirando seu belo rosto, era quase impossível de prestar atenção em outra coisa que não seja ... Megan.
— É acho melhor pararmos por aqui, você não está prestando atenção em nada hoje! — ela fala parecendo frustrada.
— Desculpe, é que não estou me concentrando mesmo, o treinador me mandou arrumar uma nam..melhor deixar para lá.
EPÍLOGO — Cinco anos depoisAlgumas promessas só fazem sentido quando o tempo passa.Hanna MillerEu sempre gostei de multidões.Ainda assim, quando as portas do pequeno salão se abriram, meu coração não disparou por medo — mas por reconhecimento.O lugar era simples. Madeira clara, janelas grandes, luz natural entrando sem pedir licença. Nada de luxo exagerado, nada de espetáculo. Era… nós.Megan me esperava ao lado do altar improvisado, os olhos marejados e o sorriso que sempre dizia eu te avisei. Adam estava logo atrás dela, elegante demais para alguém que ainda deixava as meias jogadas pela casa.— Ele tá um desastre emocional — Megan cochichou. — Nunca vi Ryan assim.Sorri.— Nem eu — respondi.Respirei fundo antes de dar o primeiro passo.O vestido não era o que eu sonhei quando tinha vinte anos. Era melhor.Sem rendas dramáticas, sem cauda longa. Algo que me deixava confortável, firme, inteira. Algo que não escondia quem eu era — só acompanhava.E então eu o vi.Ryan estava de
EPÍLOGO — Cinco anos depoisAlgumas promessas só fazem sentido quando o tempo passa.Hanna MillerEu sempre gostei de multidões.Ainda assim, quando as portas do pequeno salão se abriram, meu coração não disparou por medo — mas por reconhecimento.O lugar era simples. Madeira clara, janelas grandes, luz natural entrando sem pedir licença. Nada de luxo exagerado, nada de espetáculo. Era… nós.Megan me esperava ao lado do altar improvisado, os olhos marejados e o sorriso que sempre dizia eu te avisei. Adam estava logo atrás dela, elegante demais para alguém que ainda deixava as meias jogadas pela casa.— Ele tá um desastre emocional — Megan cochichou. — Nunca vi Ryan assim.Sorri.— Nem eu — respondi.Respirei fundo antes de dar o primeiro passo.O vestido não era o que eu sonhei quando tinha vinte anos. Era melhor.Sem rendas dramáticas, sem cauda longa. Algo que me deixava confortável, firme, inteira. Algo que não escondia quem eu era — só acompanhava.E então eu o vi.Ryan estava
CAPÍTULO FINAL 41— Hanna MillerO amor não apaga o passado. Ele escolhe ficar apesar dele.Não foi rápido.E não foi fácil.Mas foi real.Ryan não tentou acelerar nada depois daquele beijo. Não invadiu meus dias, não cobrou respostas, não me tratou como algo garantido. Ele ficou. Presente. Constante. Aprendendo.E eu… eu fui aprendendo a baixar a guarda sem me perder.As coisas mudaram aos poucos.Ele passou a me esperar depois dos treinos — não para me puxar para os braços, mas para caminhar comigo até o estacionamento. Às vezes em silêncio. Às vezes falando sobre nada. Às vezes rindo de coisas idiotas.E isso, de algum jeito, era tudo.Numa dessas noites, sentamos no degrau do prédio de esportes, observando o gelo sendo limpo do rinque. O lugar estava vazio, iluminado apenas pelas luzes frias que sempre me fizeram sentir pequena.Ryan segurou minha mão.— Posso te fazer uma pergunta? — ele disse.Assenti.— Você ainda tem medo de mim?Pensei por alguns segundos antes de responder.—
CAPÍTULO 40— Hanna MillerResistir também cansa.Eu passei a semana inteira fingindo que nada tinha mudado.Esse era o plano.Acordar cedo.Café sem açúcar.Aulas, treinos, relatórios.Respirar fundo sempre que o nome dele surgia em alguma conversa.Ryan Spencer tinha virado um pensamento proibido.E pensamentos proibidos só funcionam quando você não os alimenta.Eu estava indo muito bem.Até não estar.O problema de alguém fazer algo grande demais… é que o eco não some fácil.O que ele fez naquele ginásio correu o campus inteiro em menos de vinte e quatro horas. Pessoas que nunca tinham falado comigo passaram a sorrir diferente. Algumas cochichavam. Outras me olhavam com curiosidade demais.— Foi por você, né? — uma garota comentou na fila do café.— Não sei do que você está falando — respondi, automática.Mentira número um daquela manhã.Eu sabia exatamente.E estava tentando não sentir nada.No rinque, Ryan não se aproximava.Não tentava conversar.Não provocava.Não me encarava.E
CAPÍTULO 39 — Hanna MillerAlgumas atitudes não pedem perdão. Elas pedem coragem.Eu não esperava vê-lo.Na verdade, eu tinha passado os últimos dias treinando meu corpo para reagir como se ele não existisse. Caminhar pelo campus sem procurar sua silhueta. Entrar no rinque sem sentir aquele aperto traiçoeiro no peito. Dizer o nome “Ryan” apenas como um som neutro, sem memória.Era mentira.Mas era uma mentira funcional.Até aquele dia.O ginásio estava cheio demais para um treino aberto. Torcida nas arquibancadas, música alta, banners da universidade pendurados nas laterais do gelo. Jogo amistoso, transmissão interna, clima de espetáculo.Eu estava trabalhando.Era só isso.Prancheta em mãos, jaleco fechado até o último botão, postura profissional impecável. Se alguém olhasse de fora, diria que eu estava bem.Mentira número dois.O time entrou no gelo sob aplausos. Adam liderando, concentrado. Os outros jogadores logo atrás. E então…Ryan.Ele entrou por último.Sem acenar.Sem sorrir
CAPÍTULO 38— Ryan SpencerA queda não acontece no gelo. Acontece quando você entende o que perdeu.Eu achei que perder um jogo doía.Que ser derrubado no gelo, ouvir a torcida em silêncio, sentir o corpo falhar no momento errado… isso era o fundo do poço.Eu estava errado.O verdadeiro impacto veio quando Hanna parou de me olhar.Não com raiva.Não com desprezo.Com indiferença.Isso sim me desmontou.O treino estava acontecendo ao meu redor, mas eu não estava ali. Cada passada no gelo era automática, vazia. O disco vinha, eu devolvia. O técnico gritava, eu obedecia. Meu corpo funcionava — minha cabeça, não.Quando o apito final soou, eu fui o último a sair do rinque.— Ei — Adam chamou.Ignorei.Sentei no banco, ainda de luvas, olhando para o chão como se ali estivesse a resposta que eu precisava.Adam se aproximou sem pressa. Tirou o capacete, passou a toalha no rosto e se sentou ao meu lado.— Você está uma merda — disse, direto.Soltei uma risada seca.— Obrigado pela análise prof
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