(Pedro)
Essas duas palavras eram como pequenas agulhas sendo enfiadas no meu peito... "Tio Oscar". Virei-me e olhei para onde ele apontava. E lá estava ele. Oscar Almonte, flanqueado por seu irmão e primo, sendo conduzido por um maître em direção a uma área de salas privativas. Ele não parecia o mesmo homem da festa. Havia uma sombra em seu rosto, uma ausência daquele brilho arrogante e confiante. Parecia... Triste, derrotado.
— Tio Oscar! — gritou Benjamin, a voz aguda ecoando no lobby.