(Isabella)
Saí daquele prédio como se estivesse fugindo de um incêndio. Cada passo era uma luta para manter a compostura, para não desabar ali mesmo, no meio do lobby luxuoso da empresa dele. Segurei minhas lágrimas com uma força que eu não sabia que tinha, o nó em minha garganta tão apertado que mal conseguia respirar. Só quando entrei no conforto do meu carro, com as portas trancadas me isolando do mundo, foi que a primeira lágrima escorreu, quente e traiçoeira. E depois dela, vieram outras,