“Partir dele foi como respirar depois de um naufrágio — doeu, queimou, mas era o único jeito de viver. E mesmo com o mar entre nós, levo dentro de mim o eco do que fomos… e o começo do que ainda serei.”
— Luna Castilho
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O amanhecer chegou sem som. Nenhum pássaro, nenhum murmúrio. Só o mar — respirando lá fora, profundo e constante, como se acompanhasse o ritmo do meu peito. A mansão, adormecida, parecia existir entre dois mundos: o que acabou e o que ainda não começou.
Levantei-me antes que e