Marta respira fundo, olha o relógio de pulso, sabe que já não tem muito tempo, precisa se apressar, segue observando o fluxo da cidade, com passos lentos e determinados até a sua caminhonete que já está bem perto.
Ela cruza a rua com uma das mãos apoiada em sua barriga enorme, sabe que em breve, terá os seus pequenos no colo e isso a faz sorrir. O suor escorre por sua nuca sob o calor abafado da cidade, e a vertigem ameaça dobrar seus joelhos. Ela inspira fundo mais uma vez, luta contra a tont