O sol da tarde espalha um brilho dourado sobre o sítio dos Maia, pintando cada folha, cada flor e cada rastro de terra com uma beleza quase celestial. O ar tem cheiro de comida caseira, de pão recém assado e de café passado na hora, enquanto as vozes ecoam pela varanda larga, misturadas a gargalhadas, ao barulho das crianças correndo e aos latidos atentos dos cães.
Dona Maria, de avental impermeável, transborda felicidade. Ela vai e volta da cozinha com travessas fumegantes, recusando qualquer