Guilherme
Ela saiu do corredor sem olhar para trás, os saltos ecoando contra o chão de metal, os cabelos balançando, a tatuagem na nuca exposta como um desafio silencioso. Eu fiquei parado, o peito subindo e descendo, o membro ainda latejando, os músculos das coxas tremendo com o prazer interrompido.
Ela me deixou no limite.
Me quebrou.
Me humilhou.
E eu deixei.
Fechei os punhos, os dedos se cravando na palma da mão, os dentes trincando, a respiração saindo em arfadas irregulares. Meu corpo i