Fernanda
Ele me empurrou contra a parede, os dedos ainda apertando meu pescoço, a respiração dele quente contra meu rosto, os olhos brilhando com uma mistura de raiva e desejo que eu já conhecia bem demais.
Mas, desta vez, eu não tremi. Não me encolhi. Não implorei.
Meus lábios se curvaram num sorriso lento, os olhos fixos nos dele, os quadris se movendo sutilmente, esfregando meu corpo contra o dele. Senti o membro dele endurecer, mesmo sob o tecido grosso do paletó caro.
— Você quer me domina