Guilherme
Ela tinha me quebrado.
E eu ia fazê-la pagar por isso.
Porque, se Fernanda achava que podia me dominar, que podia me fazer sentir pequeno, fraco, vulnerável… então ela não me conhecia de verdade. Não ainda.
Eu saí do corredor com passos largos, a respiração ainda acelerada, o corpo quente, o sangue fervendo nas veias. Passei pelos clientes sem olhar para os lados, os olhos fixos no caminho à frente, os punhos fechados, os dentes trincados.
Ela tinha rido na minha cara.
Tinha me domi