— Para com isso agora. — Arthur segurou a mulher soluçando e a sacudiu até a cabeça dela balançar, irritado com o jeito infantil como ela agia.
— Eu não vou parar! Você é cruel! — Dizia ela enquanto soluçava.
Seus punhos pequenos batiam descontroladamente contra o peito musculoso dele, como alguém que havia perdido a razão. As lágrimas escorriam em abundância pelo rosto abatido. Arthur não revidou nem tentou se defender, apenas deixou que ela o golpeasse. Quando os punhos de Patricia finalmen