Olívia ficou parada no meio do quarto, diante da cama, como se a caixa aberta fosse uma espécie de armadilha. Os dedos presos no tecido fino do vestido.
O preto vívido parecia quase pulsar à luz suave que vinha da janela, impecável, moldado para cair perfeitamente no corpo. Era perfeito, o caimento, o corte, o toque macio.
Ian tinha escolhido aquilo a dedo… ou pior, tinha mandado alguém escolher por ele. Já a lingerie… aquilo era outra história.
Ao lado, dobrada com um cuidado quase insolente,