A batida na porta foi suave, quase tímida… mas suficiente para fazer o estômago de Olívia se revirar.
Ela ficou parada, imóvel por um instante, tentando decidir se tinha realmente ouvido ou se havia sido apenas mais uma enganação de sua mente neurótica.
Ouviu a segunda batida.
Um pouco mais firme.
A mensagem anônima ainda queimava na tela do celular em cima da cômoda. "Você sabe que não pode esconder a verdade para sempre."
O ar pareceu mais pesado.
A mão dela estava fria, mas a testa começava