O corredor da ala de terapia intensiva tinha cheiro de desinfetante e desespero.
A cada passo que dava, Olívia sentia o peso do silêncio, o eco distante de máquinas lutando contra o tempo.
Ela segurava o casaco sobre os ombros, o cabelo ainda úmido, os olhos cansados, mas havia algo em seu rosto agora, uma determinação que não existia antes.
Helena a guiou até a última porta do corredor.
— Ele pediu para ver só você — disse, com voz baixa. — Está... muito fraco, Olívia.
Olívia assentiu, respira