O hospital nunca fora tão silencioso.
Nem mesmo durante as madrugadas frias, quando os corredores pareciam túneis de luz branca e ar reciclado.
Agora, o silêncio era diferente.
Era o tipo que nasce depois de uma explosão, o eco do que quase foi destruído.
Olívia estava sentada ao lado da cama, o corpo imóvel, os dedos entrelaçados aos de Ian.
A pele dele estava fria sob a dela, mas viva.
Viva.
Essa palavra soava como milagre e maldição ao mesmo tempo.
O cheiro de queimado ainda impregnava suas