O relógio de parede daquele quarto de hospital anunciava o lembrete do tempo que continuava a passar, indiferente ao caos que reinava na vida de Olívia.
A porta rangeu suavemente quando Carla entrou novamente. Ela parou por um momento, observando a cena diante de si.
Olívia estava sentada na cama, seus dedos entrelaçados sobre o lençol imaculado, o olhar perdido na paisagem urbana que se estendia além da janela. Havia algo diferente nela, uma serenidade que não era paz, mas sim a calma estran