Saulo Prado
Sávio saia, Angelina chegava, desconfiei que se encontraram no elevador. Eu esperava uma resposta de Débora, que ela se mostrasse valente, batesse testa comigo.
Mas quando Angelina chegou, tudo que vi foi uma Débora vulnerável correr para os braços de Angelina bem no meio da recepção do escritório. Uma parte de mim quis virar o rosto, fingir que não vi. Mas vi. Vi aquela mulher que me tratou, há pouco, como um estorvo, como um fracasso, se desmanchando em lágrimas, buscando consolo