Angelina Garcia
— Chega! — Fernando ainda ria quando doutor Saulo pegou o garfo da minha mão.
— Está vendo? Ele ainda age assim. — Comentei, observando Saulo olhar para o pai, que me fitava. Eu não resisti quando ele tomou o garfo; cedi, satisfeita por ele ter comido ao menos algumas verduras e vegetais. Seu semblante parecia um pouco melhor.
Eu não compreendia muito bem a dinâmica entre pai e filho. Tampouco entendia como Fernando havia conseguido colocar o filho fora do casamento naquela cade