Angelina Da Costa
O que Saulo queria era arriscado. Um homem sonhador... eu nunca tinha conhecido um desses. E a minha função nisso tudo? Nem ajudar, tampouco atrapalhar. O que ele queria, afinal? Salvar o mundo do vilão que é o próprio avô?
Eu sabia bem que todo sonho e fanatismo por justiça morria fácil.
Mas, ainda assim... eu gemi. Gozei com ele mais uma vez.
Saulo se jogou ao meu lado, me olhando. Pegou a ponta de uma mecha minha colada às minhas costas e disse, ainda ofegante:
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