Melhoras ou parabéns.
Saulo Prado:
- O que você tá fazendo? Abaixa isso! - desviei a arma que ela apontava para mim. Meu corpo tremia
- Relaxa, não vou te matar. - sussurrou ao meu ouvido, me indicando a porta, como se eu pudesse ir. - Esqueceu que agora você é o queridinho do papai? Se eu te mato, ele fica sem defesa.
Um arrepio percorreu minha pele. Eu era só uma peça do jogo dele e dela, uma almofada para suas manipulações com um metal gelado contra o meu rosto.
- Para com isso, Débora.
- Com o quê? - ela sorriu venenosa, descendo os degraus. Os dois homens na sala se viraram na mesma hora. - Se pegarem nas armas, atiro. Vocês sabem que eu não ligo. Afinal, ele é só um bastardo!
Os homens hesitaram.
- Débora, nem ouse, solte o meu filho! - A voz de Fernando ecoou de algum lugar.
Ela se aproximou ainda mais de mim, o cheiro pungente de sangue misturado ao perfume enjoativo.
- Olha que papai mais atencioso você se tornou, Fernando... - provocou. - Anda, sai da porta. Se alguém vier atrás de mim, seu filh