Melhoras ou parabéns.

Saulo Prado:

- O que você tá fazendo? Abaixa isso! - desviei a arma que ela apontava para mim. Meu corpo tremia

- Relaxa, não vou te matar. - sussurrou ao meu ouvido, me indicando a porta, como se eu pudesse ir. - Esqueceu que agora você é o queridinho do papai? Se eu te mato, ele fica sem defesa.

Um arrepio percorreu minha pele. Eu era só uma peça do jogo dele e dela, uma almofada para suas manipulações com um metal gelado contra o meu rosto.

- Para com isso, Débora.

- Com o quê? - ela sorriu
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