Saulo Prado
Foi com raiva. Com tesão. Com uma confusão tão densa que nem mesmo o álcool parecia capaz de dissolver.
Entrei no primeiro bar que me pareceu minimamente decente, mas eu... eu estava tudo, menos isso. Decente.
A imagem de Raul me dominava, o jeito como ele bateu, como não hesitou em lutar, como os olhos gritavam por algo que ele se recusava a perder. Angelina.
Eu devia recuar. Mas aquilo... aquilo só me atiçava.
Assim que encostei no balcão, virei dois copos de uísque sem pestaneja