Saulo Prado
Aguardei a dona Laura por algum tempo, mas não havia almoçado, nem lanchado pela manhã. Já passava do meio da tarde, e nada dela. Afastei-me para fazer um lanche, mantendo os olhos atentos à entrada e saída da academia.
O garoto havia chegado com a tal Carlina. Eu não podia negar: ele seria exatamente o tipo perfeito para meu filho. Um moleque esperto, determinado... não seria moleza. Tive certeza de que a mãe dele teria crises de ciúmes, como a minha tinha.
Enquanto caminhava, perc