O relógio marcava sete e quarenta e cinco da manhã quando Adriano atravessou o estacionamento da filial, sob o olhar curioso dos funcionários que começavam o expediente.
A tempestade da noite anterior dera lugar a um céu pálido, mas o ar ainda carregava a eletricidade dos trovões que não se dissiparam — exatamente como ele.
Adriano não era o mesmo homem que havia chegado àquela cidade meses antes.
Algo nele mudara desde que viu Helena pálida, frágil, deitada na maca de hospital.
O medo de p