Narrado por Zeus Marino
O sol caiu sobre as rotas como um aviso vermelho. Dormi pouco — quando durmo, o corpo tem calma, a cabeça não. Levantei com o peso da última emboscada atravessado na garganta e a certeza de que a próxima jogada precisava ser dupla: músculo visível para quem precisava ver força, e operação escura para quem achava que poder se ganha com medo alheio.
Ares já tinha aberto o tabuleiro. Quando entrei no salão, ele apontou para uma tela com rotas e números. Havia gente trabalha