Narrado por Isabella
Na manhã seguinte, o sol parecia brilhar com mais doçura. Havia algo no ar — uma paz diferente, uma alegria silenciosa — como se até o céu soubesse que eu estava me preparando para um novo começo.
Francesca bateu levemente na porta do quarto enquanto eu terminava de prender o cabelo em um coque frouxo.
— Posso? — ela perguntou, com aquele olhar gentil que só as mães — ou avós — sabem ter.
— Sempre, — respondi, sorrindo.
Ela entrou com Luna nos braços, toda enrolada nu