CAPÍTULO 152.

A música continua a vibrar nas paredes da mansão, e eu danço. Danço como se pudesse expulsar de mim tudo que está podre. Como se pudesse apagar a verdade que me dilacera aos poucos. Danço com o corpo livre, mas meu peito continua acorrentado ao nome de Eliyahu.

Ele me moldou. Moldou meus hábitos, meu corpo, meu tempo. Até meu leite. Eu achava que era só uma vez. Um acidente, uma curiosidade que passaria. Mas não. Eliyahu não quis que passasse. Ele começou a vigiar minha menstruação. A controlar
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