CAPÍTULO 151.
Depois que saímos da escola, eu, o Carlos e o resto do grupo seguimos pro restaurante de sempre. Não é nada demais, só um lugar com luzes amareladas, música baixa e uma varanda que dá para um jardim, onde a gente costuma se juntar. Sentamos, rimos, mexemos uns com os outros, trocamos farpas leves — provocações disfarçadas de carinho. Coisas de jovens que ainda fingem que a vida é leve.
Mas, como sempre, dá ali pelas seis e meia e eu já tô de olho no celular. Meus dedos deslizam no aplicativo pr