CAPÍTULO 134.
Eliyahu Prokhorov.
São 23h e eu estou parado na porta do quarto dela, vendo seu corpo escorrido como uma boneca de trapo, como se o pouco que ainda sustentava sua estrutura tivesse finalmente cedido. O cabelo escuro cai sobre os ombros, desalinhado, colado ao rosto molhado pelas lágrimas. O gorro preto está torto, a camisa xadrez manchada, a calça preta com a barra suja de terra. E os Air Jordan — ainda impecáveis. Essa é ela. Até no caos, há alguma ordem no que veste.
E vê-la assim… quebrada,