Lucia observava o mural improvisado no quarto.
Fotos, documentos, fitas, cartas.
Cada fragmento da sua história dissecado.
E no centro, colado com fita preta, o nome: AMARA.
Serena cruzou os braços.
— E se você estiver errada?
— Sobre ela?
— Sobre tudo.
Lucia virou-se.
Havia algo novo no olhar: firmeza que não pedia aprovação.
— Se eu estiver errada… vou errar por escolha.
E consertar com coragem.
Adriana entrou no quarto com passos acelerados.
— Interceptamos uma nova mensagem.
Codificada.
Mas