A manhã mal havia nascido quando Serena invadiu o escritório secreto de Elena.
Não bateu.
Não esperou.
Apenas empurrou a porta e entrou como um vendaval.
Elena, de costas, observava o nascer do sol pela vidraça.
— Eu deveria ter queimado você com aquele diário — disse Serena, sem rodeios.
— Bom dia, Serena.
— Não me provoque.
Você sabia de Amara.
Você assinou o plano.
Você aprovou a substituição.
Elena virou-se.
O rosto calmo.
Mas os olhos… eram de pedra.
— Eu aprovei um plano para o caso de tu